A dignified portrait of Laika, the first dog in space / CNN World





























Desculpe, foi o corretor.


















10.9.14


























Levantamento  Não vou mais à festa: piscina, gramado enorme, mergulhos, árvores, árvores por todo canto, almoço, jantar, risadas, primos, muitos primos, bolo com glacê. O amor às pencas. As meninas eram tão bebês. E, mal dá pra acreditar, algumas já são mães. Pego o avião e aguardo em uma quitinete do planalto central. Depois. Nas horas vagas vou caminhar reconhecendo os lugares onde fui tremendamente infeliz. Com sorte, encontrarei os suspiros do Chinês. A. vai repetir, daquele jeito manso, o que sentenciou na alameda de túmulos: flechas na mosca. 

Não existe campeonato de dor, ou perderíamos todos para os gritos [ ---------------] O que eu ia escrever é triste demais e versa sobre Gaza. 


Todos os anjos são canhotos. Você está sempre assinando. Não faz assim. Quer um café, uma Coca-cola, um folheado de queijo. "Estou precisando de uma mochila". Sem você as coisas acontecem e o brilho é opaco. Nunca mais as flores enfeitando vidros improvisados de geleia. Na leiteira de prata os lápis pretos merecem destaque, Por quê? No outro canto do mundo Ela está se sentindo só. Meu coração vaza, e o vermelho tinge e aquece o tapete da sala.











Nunca fui infeliz enquanto você era vivo.
















Venha, venha, venha.
(Alex, meu amigo)


















Quatorze anos

A gata foi morar na estante da sala. 























É 
(  ) possível
(  ) impossível
ser feliz sozinho.



























via leda beatriz









Penso que a vida é um grande tchan que a gente tem que segurar.  Melina Fontes














9.9.14











Ontem, sad. Hoje, happy: the life.
























Ando tão influenciada pelo comendador!
:P












Escrevi post enorme, apaguei tudo. É muito difícil falar again do Diário de uma bipolar. Por diversas razões e principalmente porque é boring ficar me repetindo. Meu próximo livro será uma história de amor. Mas antes vou relançar o Diário. Ele foi para as livrarias em novembro de 2006, no dia do meu aniversário, e a Nova Fronteira foi vendida no mesmo ano. Ainda assim foi reimpresso diversas vezes, até esgotar e sumir da prateleira. Vida bem curtinha.

Anteontem um amigo me falou que seu exemplar foi parar em Natal, cidade onde não conhece ninguém. Adoro mais do que tudo o livro ter sido livre e com destinos inesperados. Durante cinco anos a nova editora não soube em que setor me encaixar, e demorou esse tempo todo para eu pedir rescisão de contrato. Às vezes sou um pouco lenta. Acabei escrevendo mais do que gostaria. O post era pra ser bem curtinho: vou relançá-lo do meu jeito, Independente, customizado e com muito carinho.

It's all.













amores da minha life / cortesia Cecily







blablablablablablablablablablablablablablablabla
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blablablablablablablablablablablablablablablabla
blablablablablablablablablablablablablablablablá.










































8.9.14





 Hoje é noite de rever meu filme predileto, entre todos.





















Correspondência da semana / enviado


e-mail de agradecimento às palavras mais lindas do mundo, que ouvi de um amigo, da família, por msn. Não há resposta. Motivo: ele não usa a internet.
e-mail para o médico relatando como me sinto. Não há resposta. Motivo: desconheço. Me medico sozinha até a dor passar.
e-mail para amiga perguntando email de uma outra. Não há resposta. Motivo: indiferença.
e-mail para a terapeuta. Resposta no dia seguinte.
e-mail para um cara de solidariedade. Não há resposta. Motivo: ele me odeia.
e-mail para uma amiga convidando para um café. Não há resposta. Olho o relógio. Ela já saiu do trabalho e não deu tempo de ler.
e-mail para uma ex-vizinha justificando minha ausência numa festa importante. Não há resposta. Motivo: raramente ela usa e-mail como forma de comunicação.







Philippe Halsman










Não consigo montar. Enquanto o marceneiro prende o ganchinho no teto, leio as instruções e separo os ganchos e os shapes. Depois ele se senta ao meu lado na mesa. Ficamos calados, concentrados, por minutos que parecem horas, numa cumplicidade inútil. Eu sou grata a ele.









[post retirado por motivo de: assunto particular]




8.9.14








Ai!
(via Alexandre Rosas)


















Como me sinto quando estou me sentindo agora.













De massinha/ Via Catraca livre/ via Kris Bruscatto















Um dia, quando eu for bem feliz, vou fazer pão caseiro.







6.9.14














Estava em comunicação é muito mais legal do que estava ocupado.













Minha mãe instalou um hospital particular para soldados feridos. Me lembro dela, no elegante uniforme branco e cinza de enfermeira que ela abominava, denunciando com as mesmas lágrimas infantis a impenetrável submissão daqueles camponeses mutilados e a ineficiência da compaixão de meio expediente. E ainda mais tarde, quando no exílio, revendo o passado, ela muitas vezes se acusava (injustamente, como vejo hoje) de ter sido menos afetada pela miséria do homem do que pela carga emocional que o homem despeja sobre a natureza inocente - árvores velhas, cavalos velhos, cachorros velhos.

(trecho de Fala, memória - De Vladimir Nabokov)
























Jules e Jim
França, 1962. De François Truffaut. Com Jeanne Moreaus, Oskar Werner e Henri Serre.

                                    "Em um casamento, basta um ser fiel, o outro."


Trinta anos de um charmoso triângulo amoroso. Em 1912, dois escritores se conhecem na belle époque de Paris e ficam amigos. Algum tempo depois surge Catherine, que se torna amante de ambos. Mais tarde decide se casar com Jules, apesar de continuar a manter o romance com Jim. Sem rivalidades, os três tentam manter o amor e a amizade que permeiam toda a história. A personagem vivida por Jeanne Moreau é determinada e moderna, movendo-se de acordo com seus desejos. Truffaut dispensou os recursos típicos para marcar a passagem do tempo. Deixou de lado os truques de maquiagem, preferindo optar por recursos cenográficos e as mudanças na arte de Picasso. Uau.

Quando Jeanne Moreau canta, ela erra um pedaço da música e faz um gesto para mostrar que se confundiu. Ficou tão bacana que Truffaut não refilmou a cena. O cineasta desconfiava que "a moral e os bons costumes" iriam prejudicar a história de um triângulo amoroso sem culpas. Seu receio se confirmou quando o filme foi censurado para menores de 18 anos, prejudicando a carreira comercial de Jules e Jim.

Na Itália, o filme foi proibido, mas, graças à mobilização de cineastas do top de Roberto Rossellini, a proibição foi revogada. Durante as filmagens, Truffaut se apaixonou por Jeanne Moreau.


(O caderno de cinema de marina w.)


















horário de luz natural do Pacífico.










Paparazzi
























Nossas solidões se esbarram, pedidos de desculpa, seguimos em frente.