8.11.15







Uma da manhã. Não consigo dormir. Festa no prédio ao lado. Funk eletrônico às alturas. Se o inferno existe, é isso. 





















Sobre hoje: -----------------------------------------------------











































@soniabraga





"Ciclistas, lutem pelo fim do racismo. Negros, tragam a bandeira do arco-íris. LGBT, gritem pelas florestas. Ambientalistas, cantem. Artistas de rua, defendam o transporte público. Pedestres, falem em nome dos animais." Manifesto da Marcha da Liberdade realizado em maio de 2011, nas ruas de São Paulo e que faz tanto sentido hoje, nos parques de Porto Alegre


(Do Instagram da Cris Lisbôa)














Parabéns!


Tom Ripley forever


#80










7.11.15






michel e matheus 

:)














O último capítulo de Vale Tudo foi gravado às seis  da tarde, poucas horas antes de ir ao ar.







5.11.15






Epílogo Agora começa aquele momento do livro no qual enlouqueço. Quando termino, e só falta revisar. Então abro as pastas, e as coisas não foram salvas, faço tudo de novo e depois vejo que o texto só está salvo pela metade, então o meus documentos fica cheio de pastinhas assim: LIVRO; LIVRO INCOMPLETO; LIVRO PRONTO; COPIAR PARA O LIVRO - VALE ESTE; LIVRO- VALE ESTE. De lascar. Foi assim com o Diário, e o Caderno. Fico maluca procurando os pedaços do livro, que estão em diversos emails e bloco de notas, e salvo, e começo tudo de novo. Mas, no final do filme, não morro. 

:D














4.11.15




Mais Vera 

















Inverno astral


























Caderno de sonhos  Finalmente me rendo às cantadas insistentes de J. Eu estava mal, tento explicar pra ele. "Sabe quando em uma foto tudo está fora de foco e só uma coisa não? Eu sou esta coisa". Para exemplificar mostro um cacho de frutas. Ele não liga, arranja desculpas para o meu mal estar, ameniza. 

Estou em um táxi, não sei para onde vou, não tenho celular, dinheiro, nada. Peço ao motorista para parar. Ele não para, salto disfarçadamente com o carro em movimento. Procuro o vestido mais correto para a ocasião, mas são todos inadequados.  Estou apática como se não existisse. J. espera eu me aprontar. 

FHC no bar. Minha mãe, ou alguma outra pessoa da família, diz que vamos almoçar com ele e dona ruth. Explico a J,. o imprevisto. Que ele é obrigado a entender, trata-se do ex-presidente da república.
(2013 - do meu Caderno)



























Meu blog não está alinhando as frases. Estresse.








Estou finalizando meu livro novo, que conta com a participação de Luiz Áquila, Marina Lima, Laerte Coutinho, Paulinho Moska, Antonio Guerreiro, Bob Wolfenson, Martha Medeiros, Dudi Maia Rosa, Johnny Luxo, Jards Macalé, Angela Ro Ro, Ruy Castro, Gerald Thomas, Lucélia Santos, Arrigo Barnabé, Adão Iturrusgarai, Beatriz Milhazes, Guto Lacaz, Rogério Skylab, Marcelo Jeneci, Jorge Mautner, Mr. Catra, Moacyr Luz, Soninha Francine, Arnaldo Baptista,  Lourenço Mutarelli, Cynthia Howlett, Bela Gil, Zé Simão, Condarto Calligaris, e dezenas de outros convidados, formando um céu de estrelas.














As rosas do Paulo Von Poser.











Novos diálogos

- Minha filha foi furtada no Centro. Levaram todo o salário dela.
- Que sorte!

















Brasil, encareta mais porque tá pouco.















Ontem fui ver a novelinha novela antes de dormir e, surpresa, o site de vídeos da globo.com tinha mudado. Que bomba! Não consegui ver direito porque, pelo menos no iPad, a tela fica escura. Me deu um tremendo estresse. Talvez seja um bom motivo para deixar de assistir A Regra do Jogo. Está cada vez mais violenta. Ontem o Jorginho Juliano, ao descobrir que o pai é um bandidão, colocou uma arma na própria cabeça e ameaçou apertar o gatilho. Como se não bastasse, a parte cômica da novela, que serve como contraponto, tem dois defeitos: não tem graça e é chata. As duas periguetes também já deram o que tinham que dar.


Por falar em globo.com, no outro dia cancelei a entrega do jornal, que eu recebia aos sábados e domingos, por 50 reais. Primeiro porque o mar não está para peixe, segundo porque os exemplares ficavam intactos. Eles me ligaram três vezes para tentar me reconquistar. Na terceira, a proposta pareceu tentadora: 1,90 durante um mês e, nos meses seguintes, 19,90. Aceitei. Mas os jornais continuaram empilhados na mesa de jantar. Hoje liguei para cancelar de vez. A atendente usou um truque muito comum em cartões de créditos e provedores  de internet. Me deixou uns 15 minutos ouvindo música, enquanto ela providenciava o cancelamento. Claro que desisti, já estava atrasada pra sair e achei que fosse ser super rápido. Agora que usamos Tim, que tem uma velocidade incrível, vou cancelar a Net. Aí sim, saberei o que é pesadelo.
~revisar~










sem data


via