Sexta Hoje aconteceram tantas coisas: a recepcionista da Receita Federal foi legal; o menino que vendia balas sentou no canteiro quadrado da árvore, com as perninhas pra dentro; um barraco no ônibus, tão cheio de clichês "Sua velha futriqueira!", que parecia uma esquete. Veríssimo atravessando ajuda com a ajuda de um rapaz. Preguiça de escrever.


Sempre tenho tantas coisas para resolver, todos os dias, o dia inteiro (burocracias kafkanianas), que quando chega sexta de noite me dá uma alegria incrível. Porque é como se eu ficasse ilhada. Não posso dar os mil telefones para marcar vários exames, falar com corretores, contador incompetente, médicos, veterinário, porque tudo fecha. E a vida dá um pequeno intervalo.