Foi tão lindo. Na homenagem ao Cordão do Bola Preta, lembrei do meu irmão e de um certo Carnaval de 2004.





(Post/Reprodução)


Celular

"Adivinha aonde eu estou."
"Não tenho a menor idéia."
"Nem eu."
"Ahn?"
"Acordei numa cama de uma casa de cômodos na Praça Onze, estou tomando vaca atolada com Pepsi."
"Deus do céu."
"As pessoas aqui são legais."
"Legais como?"
"Parecem aquelas mulheres da Velha Guarda da Portela. Eu estava dormindo no carro e me trouxeram pra cá. Cama limpa e ventilador."
"Ah!"
"E uma casa de cômodos que transformaram num restaurantezinho. A Eneida e o namorado estão comendo um mocotó"
"Ui!"

Mais tarde

"Sabe aonde eu estou?"
"Tenho até medo de pensar"
"No buraco quente da Mangueira!"
"Minha nossa"
"Aqui é muito bom!"

O sábado dele começou às nove da manhã, no Bola Preta. Evoé, Zé!









Achei sacada chamarem a Izabel Goulart.