Em 2000, o chat serviu para outros fins. Era um grupo pequeno que escolhia uma sala abandonada (tipo arqueologia) para conversar. O site Terra mostrava em tempo real o Mario Prata escrevendo Anjos de Badaró. Se fazer um livro policial já é difícil, imagina com todo mundo olhando. E dando palpites. Aliás, "chat" bom era o Palpites. Era como se fosse uma pracinha onde um pequeno grupo se encontrava. A gente ficava conversando sobre todos os assuntos. Outro elemento que se juntou ao momento tão especial: o icq. A Frau é minha amiga dessa época. Uma das pessoas que eu amo na vida (uc)*. Beijo para ela e para o Marcos.



Dizem que quando uma pessoa está lendo o mesmo livro que outra, existe uma conexão. Acredito. Imagina várias.


Então íamos para um chat qualquer fazer fofocas no reservado. Um dia o Mario Prata entrou como anônimo e veio falar comigo. Conversávamos muito, diariamente. Ele citava meu nome na coluna, no livro, e nos programas de televisão. Época de ouro da internet.





















*código (mas ela quase não entra aqui, está sempre nos campeonatos de tênis em Mônaco. Virou uma outra mulher, poderosa, cosmopolitíssima :)