13 min
newyorkermag














Eu tinha um namorado e fomos juntos à uma loja, tipo uma casa de loteria, só que era jogo de bicho. Achei legal, bárbaro.  Hoje estou fora.******







Um músico amigo meu, a-mo, conta coisas de bastidores (hello, Julia), não quero identificá-lo, vamos chamá-lo de Décio, um nome fictício. Ele é apenas maravilhoso, Caetano e Chico que o digam. Humildíssimo. Sempre que preciso, uso ele. Contei, ele riu. Exemplo, no bar. Todo mundo conhecia todo mundo, caras de pesada. Daí do nada, no breve silêncio que de repente se faz, digo:

- Sou amiga do Décio.

Quando precisa eu digo super amiga.

As pessoas começam a falar como ele é demais, e fico me achando.










****** Mudei de assunto, e não concluí. Esse amigo contou que um famoso bicheiro, desconfiado de que o cantor que ele contratou para um show, não tinha ficado estava doente, como alegou. Mandou um cara na casa dele, que estava de boas. O homem então fez uma coisa horrível, horrível. Não tenho coragem de contar. Ele nem tocou  no cantor. Mas.



O síndico que a gente ama.